Reserva, assento, Pix, hotel, embarque e os avisos ao passageiro. A equipe fala com o sistema como fala com uma pessoa, e o painel é simples e acessível para todo mundo.
A demonstração abre o painel de uma agência de exemplo, cheia de viagens. Só olhar: nada é gravado.

A agência liga o próprio número de WhatsApp. A partir daí, a Cristina manda "recebi 300 da dona Marlene no dinheiro" e o pagamento entra na reserva. O seu Valdir manda um áudio da estrada e vira ocorrência. A foto do comprovante vira anexo. Cada mensagem recebe uma confirmação, e "desfaz" cancela o que saiu errado.
Não é um robô que inventa: são regras claras, que entendem o jeito de falar da equipe. E o passageiro nunca precisa aprender nada: só recebe as mensagens da agência e responde quando quer.
O link de pagamento vai pelo WhatsApp. A pessoa paga, a reserva se dá por paga sem ninguém digitar, o voucher sai com QR e o recibo já vem com o carimbo. Parcelou? O sistema lembra de cada vencimento.
Cada excursão tem o seu livro: o que entrou, o que custa por pessoa, a partir de quantos pagantes a viagem paga as contas fixas, e o lucro de verdade depois do fechamento. E a empresa tem o seu: aluguel, revisão do ônibus, salários, comissões, tudo lançado pela Conversa ou pelo painel, mês a mês, com o relatório pronto para o contador.
Nada de procurar. A tela de início lista o que precisa de você, com um botão em cada linha: a pessoa que pediu lugar pela loja, a reserva que ainda deve, a viagem que sai amanhã, o hotel que não confirmou. Resolveu, some.
Cada agência ganha uma página com as próximas viagens e um botão "Quero ir". O pedido cai no painel, a equipe aceita e a reserva nasce pronta para cobrar. Quem viajou e sumiu recebe um "sentimos sua falta" com o link, uma vez por semestre.
Basílica, Santuário e a Pedra Bela. Hotel com café da manhã.
Feliz aniversário às 9h. Aviso de saída na véspera, com ponto, hora e assento. Cobrança e lembrete de parcela. Voucher ao quitar. No dia seguinte à volta, uma pesquisa de 1 a 5, e a nota entra na viagem. Tudo com o texto que a agência escolher.
Cada reserva entra com o lugar da pessoa, quem viaja junto e o ponto de embarque. O mapa mostra quem já pagou, quem falta e quem está na lista de espera. Lotou? Quando alguém cancela, o próximo da fila recebe um WhatsApp e tem 24 horas para dizer sim.
Foi desenhado junto com quem atende no balcão e com quem viaja no ônibus, não numa sala de reunião. Por isso serve para quem tem 25 anos e para quem tem 70.
Três tamanhos de letra, tema claro ou escuro, botões grandes e um passo por vez. Fonte feita para quem enxerga menos. Nada de sigla.
Texto ou áudio no WhatsApp, com as palavras que vierem. Errou? "desfaz". Um "?" em cada tela explica o que ela faz, em três linhas.
Atendimento vê reservas. Operação vê embarque e ônibus. Financeiro vê contas. O dono vê tudo. Menos coisa na tela, menos chance de errar.
O modo viagem vira aplicativo na tela do telefone: embarque, quartos e ocorrências, mesmo sem sinal, com o que carregou por último.
Comece com 14 dias de teste. Sem cartão, sem contrato. A conta do Pix e o número de WhatsApp são da agência: o dinheiro nunca passa pela gente.
Não. O painel abre no navegador do computador e do celular. A conversa é pelo WhatsApp que a agência já usa.
Da agência. O número fica na conta da própria empresa na Meta; o Meu Pensamento só faz a ligação. Se um dia quiser sair, o número continua seu.
Pela conta da agência. O Pix cai direto na sua conta do Mercado Pago; o sistema só avisa que caiu e dá baixa na reserva.
Foi para isso que ele existe. Letra grande, um botão por linha, sem sigla, e o principal se faz falando no WhatsApp. Cada pessoa vê só a parte dela.
Importa de uma vez. O sistema lê a planilha salva pelo Excel, casa as colunas pelo nome e mostra o que vai fazer com cada linha antes de gravar.
Cada agência tem o seu espaço, separado das outras. Backup todo dia. Documentos e o campo de cuidados dos passageiros só aparecem para quem o dono liberar.
Deixe o seu WhatsApp. A gente chama você e monta com a sua viagem de verdade, em uma conversa.